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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Arroz de pato

Desde aquele dia que fazer Arroz de Pato me reconforta. Aconchega, abraça e embala. O cheiro do pato a cozer com as cabeças de cravinho espetadas na carne, a cebola e o chouriço na água a borbulhar da fervura, emanando um cheiro pela cozinha que me transporta para casa por fim.

O refogado ligeiro com cebola, alho e azeite, onde vou acrescentando umas colheres da água da cozedura para evitar que a cebola e o alho fritem, dá um toque de magia ao aroma que nos invade as narinas e a alma.

O arroz misturado com o refogado, mais água e por fim a carne desfiada e as rodelas de chouriço a decorar a superfície do prato. O forno quente para onde vai o preparado. E o cheiro, o cheiro inesquecível e inigualável a abraçar-me, a serenar-me e a dar-me paz.

Desde aquele dia que é sempre assim quando faço arroz de pato.

Hoje estava mesmo a precisar de fazer arroz de pato.

Desculpa pato mas teve mesmo de ser...

9 comentários:

Vera, a Loira disse...

Tadinho do pato :) :) :)

Quando tiveres essa necessidade, não tendo com quem partilhar podes chamar-me.

Corro, logo Existo disse...

O Pato tem que compreender que outros valores mais altos se levantam.

Fernando Varela

Corre Piolha Corre disse...

E Arroz de pato é o meu prato preferido!!! O que eu adoro Arroz de pato!! :)

Uma boa escolha :)

Beijinhos e frça para esses treinos, está quase :D

Portuguesinha disse...

Ainda bem que um sentido como o do olfacto neste caso desperta em ti uma sensação reconfortante e familiar :)

PS: Patos, afastem-se! Ehehe.

S* disse...

O pobre do pato... mas arroz de pato é tão bom!

Jorge Branco disse...

Caramba que me mandou ler isto antes de jantar!
Francamente "Pikena"!....

Bons Km disse...

Fiquei com fome. =/

Henriqueta disse...

Coitado do pato !!!!

:-))))))

Henriqueta Solipa disse...

Coitado do Pato !!!

:-))))))))))))