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segunda-feira, 28 de maio de 2007


- Porque continuas a correr Maria?

- Para fugir das lâminas reluzentes que brilham em silêncio suspensas sobre os meus pulsos.

- E porque voltaste a escrever na porcaria deste blog?

- Para continuar a fingir que tenho amigos e que me ouvem… e que chego a alguém, e que as minhas palavras têm importância ou interesse para alguém…

- Fingir Maria?! Mas não passará de uma ilusão…

- E que importa isso? É assim tão importante? Há quem mantenha tanta coisa para fingir e viver a vida inteira iludido. Há quem mantenha casamentos e relações também de amizade para fingir que tem companhia, amor, amizade, sei lá... Eu só quero manter o blog, parece-me bem menos grave, não?

6 comentários:

tó disse...

Boas as tuas palavras para a Paula Pinto!Oxalá que o problema da sua menina se resolva pelo bem.

menina sem nome disse...

A verdade é que chegas mesmo a alguém e as tuas palavras importam, a mim, que já me habituei a ti. O habituar soa frete. Mas felizmente não é. Apenas como nota de rodapé, o e-mail está guardado. Para mais tarde lhe dar uso**

Anónimo disse...

Olá Ana
ainda bem que está de volta
pois a sua escrita é uma fonte
insperadora para todos aqueles
que passam por aqui.
espero que continuo a escrever.
AP

Jackelyne disse...

Oi Aninha...
Como andam as coisas ai em Portugal? Queria tanto um dia poder conhecer o seu país!.. e quem sabe até participar de uma corrida aí!

Quero ver voce um pouco mais animada!

Um beijao!

TOTO disse...

Olà Ana;
jà aqui nâo venho as uns dias mas paresse que està a deixar cair os braços, couragen e seija forte, continua; nâo se deixe ir; escreva mais uns recites;

talves esteja no Porto para fazer os 6 km pourque nâo poço correr mais de 50 minutes.
espéro que esteja la presente.
uma boa continuaçâo

toto
antoine.

Correcaminhos disse...

E...
"...Nascemos para voar e temos a obrigação de levantar voo sempre!!!
Isso digo eu, que caí e despedacei-me muitas vezes...
E... não obstante, insisto!
Quando tu sentires que vens abaixo, que cais vertiginosamente entre fragmentos e ossos, entre prantos de areia e aguaceiros de vidro, bate as asas algumas vezes...
E... para cima!"

Texto: Luminosidades ao Entardecer