segunda-feira, 26 de março de 2012
Diário de Segunda (feira)
- Pai! Hoje corri! Não estavas lá para ver nem para me guardar a chave do carro ou para tirares fotografias, mas eu corri! Agora no horário de Verão, já tenho luz do Sol até o Parque fechar! Cheguei lá quase às 7 da tarde, e saí mesmo às 8, estava já o Parque a fechar. Estava tão bom! A temperatura tão amena, tão primaveril, correr até ver o Sol se pôr! Tão bonito. Corri devagar mas senti-me bem! Gostei de ver outros corredores. Senti-me um deles. Outra vez atleta... Sabes, pai, vou reservar a casa no Douro, para em Maio irmos à Meia Maratona do Douro Vinhateiro. nunca te levei lá, mas este ano vais comigo! Tens de ir! Até já, Pai!
Treino: 10 Km em 1h02m, numa média de 6:17 / Km
domingo, 25 de março de 2012
Diário de Domingo
Fim de fim-de-semana. Copo vazio sobre a mesa e na casa, já só os que a habitam em permanência. Nas noites de Inverno e quentes de Verão, partilham mais que o espaço, partilham-se eles próprios, na mais reconfortante das intimidades, instantes alegres e tristes a formarem a Vida.
"A gente" só conta o que "a gente" quer contar. Diz ela e ri-se alto. E a malta pensa o que quiser e usa a imaginação para fazer a história. Essa é a magia. Passou o domingo, a, b, c, d, e, f, g e h passaram por ela, e sobra agora um copo vazio sobre a mesa e os olhos penetrantes da cadela que a espelham até ao âmago, obrigando-a a viajar dentro de si própria, até mesmo onde ela não quer ir.
Ela quis correr, jura que sim, mas acordou morta, depois de viver em sonhos o pesadelo de estar doente, muito doente, e quando o despertador tocou, ela mal se conseguiu virar na cama, tal eram as dores no corpo. Totalmente partida e não sabe porquê. Depois, as "obrigações" fizeram-na levantar e foi melhorando. Sentiu-se melhor depois, mas depois, já não havia tempo para ela, depois! Por isso, não correu, mas amanhã é outro dia e ela vai cá estar para correr!
E deste fim-de-semana fica:
O Festival Internacional do Chocolate, Óbidos, de onde trouxe uma especialidade: Queijo de Cabra curado, com Chocolate, que a surpreendeu sobremaneira acompanhado por um bom vinho, o peixe grelhado que adora fazer e comer, as meninas que lhe dão vida e a enchem de felicidade e alegria, o pai que vai de novo ser hospitalizado dentro de horas, a cadela serena, amiga e fiel...
Até amanhã querido diário
"A gente" só conta o que "a gente" quer contar. Diz ela e ri-se alto. E a malta pensa o que quiser e usa a imaginação para fazer a história. Essa é a magia. Passou o domingo, a, b, c, d, e, f, g e h passaram por ela, e sobra agora um copo vazio sobre a mesa e os olhos penetrantes da cadela que a espelham até ao âmago, obrigando-a a viajar dentro de si própria, até mesmo onde ela não quer ir.
Ela quis correr, jura que sim, mas acordou morta, depois de viver em sonhos o pesadelo de estar doente, muito doente, e quando o despertador tocou, ela mal se conseguiu virar na cama, tal eram as dores no corpo. Totalmente partida e não sabe porquê. Depois, as "obrigações" fizeram-na levantar e foi melhorando. Sentiu-se melhor depois, mas depois, já não havia tempo para ela, depois! Por isso, não correu, mas amanhã é outro dia e ela vai cá estar para correr!
E deste fim-de-semana fica:
O Festival Internacional do Chocolate, Óbidos, de onde trouxe uma especialidade: Queijo de Cabra curado, com Chocolate, que a surpreendeu sobremaneira acompanhado por um bom vinho, o peixe grelhado que adora fazer e comer, as meninas que lhe dão vida e a enchem de felicidade e alegria, o pai que vai de novo ser hospitalizado dentro de horas, a cadela serena, amiga e fiel...
Até amanhã querido diário
sábado, 24 de março de 2012
Diário Semanal - Que se passa comigo?
Resumo dos Treinos da 4ª semana (das 12 de Treino para a Meia)
Tudo igual à semana passada, apenas estou uma semana mais velha e 2,9 Kg mais pesada (Peso 72,8 Kg). "Une merde, une merde!"
Carga Semanal: 11,330 Km em 1 (UM!!!!) Treino:
domingo 11.0.2012: 11,330 Km - 1h11m42s
Comentários? Façam-nos vocês que eu para dizer alguma, não vai ser nada de bom nem agradável para se ler e se ouvir, e vocês sempre podem ser mais benevolentes comigo, ou não...
E agora faltam APENAS 8 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro, e essa, com os seus 21.097,5 metros há-de ser tudo para mim, menos benevolente! (nem eu queria que fosse!)
E hoje, sábado, quis retomar a semana com um treino logo de manhã cedo, mas algo falhou, e não foi o despertador, que às 7:30 hrs da manhã já estava no parque, mas a minha tentativa de correr mostrou-se inviável e a corrida impraticável! Comecei o treino e ... corri 1 km, e ... o cansaço era permanente, parecia que carregava o mundo às costas, as dores nas pernas eram intensas: gémeos, e mesmo a parte lateral e frontal das pernas, tudo do joelho para baixo, me doía, incluindo pés, articulações e músculos. Comecei a caminhar, estava vento e senti frio. Recomeço a correr e doí tudo. Caminho de novo. Cada tentativa de correr de novo, não dura mais de meia dúzia de metros! Estou exausta! Um peso tremendo que teimo em fazer deslocar. Ando nisto cerca de 35 minutos. Que se passa comigo? Será dos ténis gastos? Será do aumento de peso? Será da semana inteira sem treinos? Será dos excessos alimentares? Será de algum desânimo latente? Será disto? Será daquilo? Não, não pensem que desisti, que ainda podem acertar...
Até amanhã querido diário
Tudo igual à semana passada, apenas estou uma semana mais velha e 2,9 Kg mais pesada (Peso 72,8 Kg). "Une merde, une merde!"
Carga Semanal: 11,330 Km em 1 (UM!!!!) Treino:
domingo 11.0.2012: 11,330 Km - 1h11m42s
Comentários? Façam-nos vocês que eu para dizer alguma, não vai ser nada de bom nem agradável para se ler e se ouvir, e vocês sempre podem ser mais benevolentes comigo, ou não...
E agora faltam APENAS 8 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro, e essa, com os seus 21.097,5 metros há-de ser tudo para mim, menos benevolente! (nem eu queria que fosse!)
E hoje, sábado, quis retomar a semana com um treino logo de manhã cedo, mas algo falhou, e não foi o despertador, que às 7:30 hrs da manhã já estava no parque, mas a minha tentativa de correr mostrou-se inviável e a corrida impraticável! Comecei o treino e ... corri 1 km, e ... o cansaço era permanente, parecia que carregava o mundo às costas, as dores nas pernas eram intensas: gémeos, e mesmo a parte lateral e frontal das pernas, tudo do joelho para baixo, me doía, incluindo pés, articulações e músculos. Comecei a caminhar, estava vento e senti frio. Recomeço a correr e doí tudo. Caminho de novo. Cada tentativa de correr de novo, não dura mais de meia dúzia de metros! Estou exausta! Um peso tremendo que teimo em fazer deslocar. Ando nisto cerca de 35 minutos. Que se passa comigo? Será dos ténis gastos? Será do aumento de peso? Será da semana inteira sem treinos? Será dos excessos alimentares? Será de algum desânimo latente? Será disto? Será daquilo? Não, não pensem que desisti, que ainda podem acertar...Até amanhã querido diário
quinta-feira, 22 de março de 2012
"A vida fantástica da dona de uma cadela" ou "Un text de merde", que em Francês até soa bem!
- Mãe, estiveram cá em casa? - pergunta ela ao telefone, dois minutos depois de ter entrado em casa.
- Não. - responde a mãe do outro lado da linha - Mas tens alguma coisa mexida? Falta alguma coisa?
- Não, mexido não, mas...falta... falta o cocó da Molly.
- O quê?! - interroga a mãe incrédula e pasmada com a resposta da filha.
- Sim! É que ela anda de diarreia, e estão duas manchas redondas no chão do terraço, já secas, mas o estranho é que da mancha só restam os rebordos pois o seu interior está tão limpo quanto o resto do terraço, como se alguém tivesse tirado o cocó do centro e ficasse apenas os contornos da poia que quando caiu era por certo praticamente líquida e entretanto o rebordo secou mais rápido e agarrou-se ao chão. Já espreitei o terraço do vizinho, o cão dele também anda de diarreia, tem o terraço todo cagado, mas as poias estão inteiras, redondinhas e escuras, intactas, e secas, coladas ao chão.
- Ok filha, obrigada mas dispensava a descrição tão pormenorizada, mas não, não estivemos aí. Se calhar ela comeu!
- Nãa... não! - a rapariga olha para a cadela, que abana a cauda com um ar feliz e olhos brilhantes, a transparecer a mais pura inocência e alguma agitação pois sabia ser aquela a sua hora de ir à rua.
Depois de desligar, a rapariga passa a esfregona e água com lixívia nos vestígios das manchas, e por fim já com a trela posta na cadela, vão à rua. Tudo normal. Chichi aqui e ali, cheira aqui e ali, brinca com cães vizinhos, mordisca a erva, deitada de costas esponja-se na relva, deliciada e emitindo sons de intenso prazer. E voltam para casa. Tudo normal portanto.
Entra a cadela em casa a correr, vai para o terraço, como costume, onde bebe água, mas ainda nem passaram 20 segundos e a rapariga é surpreendida por um grunhido rouco que não é mais que um vómito. Ao espreitar o terraço está a cadela cabisbaixa e à sua frente um monte gigante (num diâmetro de mais de 20 cm!) de um líquido grosso castanho, povoado de pequenas aglomerações sólidas da mesma cor. Mas que raio de me*** é esta?! Não! Não é aquilo que estou a pensar! Enxota a cadela para a cozinha e de mangueira na mão, lava o terraço com jacto forte de água. Lixívia e água empurrada à vassourada e vigor. Findo o trabalho, volta a cozinha para deparar-se com nova mancha castanha no chão, desta vez mais pequena. Enxota a cadela para o terraço, absorve e apanha tudo com um trapo velho e coloca no lixo. Enche o balde com água nova e mais lixívia e lava o chão com a esfregona. Já no terraço há de novo, mais manchas de vomitado. Mais pequenas e mais claras. Persegue a cadela e limpa. A cadela vomita, a rapariga limpa. Os gestos repetem-se perto de uma dezena de vezes, até o líquido regurgitado ser apenas espuma branca amarelada.
Agora é fazer-lhe uma canja e esperar que passe. Senão, lá teremos de recorrer ao veterinário e abrir os cordões à bolsa.
É assim ter um cão. Muito bonito mas muito trabalhinho, contrariedades, arrelias e despesas. Tal qual como um filho. E tal qual como um filho, também muitas alegrias e muito amor. Amor dado e Amor recebido, a fazer-nos mais felizes cada dia da nossa vida. E isso, é o que se quer!
- Não. - responde a mãe do outro lado da linha - Mas tens alguma coisa mexida? Falta alguma coisa?
- Não, mexido não, mas...falta... falta o cocó da Molly.
- O quê?! - interroga a mãe incrédula e pasmada com a resposta da filha.
- Sim! É que ela anda de diarreia, e estão duas manchas redondas no chão do terraço, já secas, mas o estranho é que da mancha só restam os rebordos pois o seu interior está tão limpo quanto o resto do terraço, como se alguém tivesse tirado o cocó do centro e ficasse apenas os contornos da poia que quando caiu era por certo praticamente líquida e entretanto o rebordo secou mais rápido e agarrou-se ao chão. Já espreitei o terraço do vizinho, o cão dele também anda de diarreia, tem o terraço todo cagado, mas as poias estão inteiras, redondinhas e escuras, intactas, e secas, coladas ao chão.
- Ok filha, obrigada mas dispensava a descrição tão pormenorizada, mas não, não estivemos aí. Se calhar ela comeu!
- Nãa... não! - a rapariga olha para a cadela, que abana a cauda com um ar feliz e olhos brilhantes, a transparecer a mais pura inocência e alguma agitação pois sabia ser aquela a sua hora de ir à rua.
Depois de desligar, a rapariga passa a esfregona e água com lixívia nos vestígios das manchas, e por fim já com a trela posta na cadela, vão à rua. Tudo normal. Chichi aqui e ali, cheira aqui e ali, brinca com cães vizinhos, mordisca a erva, deitada de costas esponja-se na relva, deliciada e emitindo sons de intenso prazer. E voltam para casa. Tudo normal portanto.
Entra a cadela em casa a correr, vai para o terraço, como costume, onde bebe água, mas ainda nem passaram 20 segundos e a rapariga é surpreendida por um grunhido rouco que não é mais que um vómito. Ao espreitar o terraço está a cadela cabisbaixa e à sua frente um monte gigante (num diâmetro de mais de 20 cm!) de um líquido grosso castanho, povoado de pequenas aglomerações sólidas da mesma cor. Mas que raio de me*** é esta?! Não! Não é aquilo que estou a pensar! Enxota a cadela para a cozinha e de mangueira na mão, lava o terraço com jacto forte de água. Lixívia e água empurrada à vassourada e vigor. Findo o trabalho, volta a cozinha para deparar-se com nova mancha castanha no chão, desta vez mais pequena. Enxota a cadela para o terraço, absorve e apanha tudo com um trapo velho e coloca no lixo. Enche o balde com água nova e mais lixívia e lava o chão com a esfregona. Já no terraço há de novo, mais manchas de vomitado. Mais pequenas e mais claras. Persegue a cadela e limpa. A cadela vomita, a rapariga limpa. Os gestos repetem-se perto de uma dezena de vezes, até o líquido regurgitado ser apenas espuma branca amarelada.
Agora é fazer-lhe uma canja e esperar que passe. Senão, lá teremos de recorrer ao veterinário e abrir os cordões à bolsa.
É assim ter um cão. Muito bonito mas muito trabalhinho, contrariedades, arrelias e despesas. Tal qual como um filho. E tal qual como um filho, também muitas alegrias e muito amor. Amor dado e Amor recebido, a fazer-nos mais felizes cada dia da nossa vida. E isso, é o que se quer!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Treino de domingo
Corre sempre que pode, ao meu lado. Às vezes atrás quando já não tem fôlego mas ainda assim não me quer deixar. Por fim e só mesmo quando já não pode mais, é que me larga, dando-me o mais forte empurrão para a frente, num incentivo gigantesco. Fico então a correr sozinha, mas fortificada, sólida e segura porque sei que ele está sempre comigo. Foi assim ontem. É assim sempre.
Treino de domingo: 11,330 Km em 1h11m42s, média de 6:20/Km
Treino de domingo: 11,330 Km em 1h11m42s, média de 6:20/Km
sábado, 17 de março de 2012
Sábado - o diário semanal
peso: 69,9 Kg - Relação com o último peso: acréscimo de 0,800 Kg
Resumo dos Treinos da 3ª semana (das 12 de Treino para a Meia)Carga Semanal: 32,190 Km em 3 Treinos:
domingo 11.0.2012: 15,360 Km - 1h37m04s
5ª feira 15.03.2012: 7,200 Km - 47m04s
6ªfeira 16.03.2012: 9,630 Km - 1h00m06s
Faltam agora 9 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro
Confesso. Confesso que descarrilei e o comboio circulou sem freio nem maquinista durante uns bons quilómetros, completamente fora da linha e fora de controlo.
São efeitos do stress. O stress, aquele mesmo que é indispensável à vida. As adaptações do nosso corpo e espírito a novas situações. Sem stress não viveríamos. E as situações boas também são indutoras de stress. E muito! Quem já não andou super stressado com uma coisa boa? Um namorado novo, um casamento, uma viagem, um emprego novo, o nascimento de um filho, umas férias, etc. etc.? E mesmo sendo por uma situação agradável e positiva, não deixa esse stress de trazer algumas consequências nefastas.
Pois foi o que me aconteceu. Andei (e ainda estou) um bocado stressada. Por uma coisa boa! E uma das respostas (estúpidas!) do meu organismo foi entupir-me de comida! Sempre a comida a tentar solucionar ou aliviar problemas, sentimentos e emoções! Sou um animal demasiado emocional, é o que sou! Os treinos abrandaram, também por um acréscimo de afazeres que me roubaram o já habitualmente escasso tempo para treinar, e depois da Corrida das Lezírias só voltei a correr na 5ª feira e na 6ª feira, pelo que a semana foi pouco regular e pouco equilibrada em termos de treinos. Ainda assim, não considero a carga semanal muito fraca. É preciso continuar e tentar nesta semana, em que se espera tudo voltar à confortável e reconfortante rotina de que tanto precisamos, e ser mais equilibrada e regular. Tanto em termos de treinos quer em termos alimentares.
Veremos. Que isto de ser um animal emocional nem sempre nos traz vantagens. E a Meia do Douro aproxima-se e os 21.097,5 metros que terei de correr não se apiedarão das minhas fraquezas.
domingo, 11 de março de 2012
Corrida das Lezírias 2012
Marcou o meu Garmin 15,360 Km e demorei para percorrê-los 1h37m numa média enganadora de 6:19 / Km, pois ao contrário do que teria obrigação de saber e de fazer, os primeiros kms foram demasiado rápidos para a minha débil preparação actual e considerando a distância a percorrer, o que me levou, inevitavelmente a quebrar e até tive de caminhar umas dezenas de metros, lá pelo km 10 e tal.
Esmiuçando, a quem interessar (a mim interessa), foi assim:
1º Km: 6:04
2º Km: 6:07
3º Km: 5:50
4º Km: 5:55
5º Km: 5:58
6º Km: 6:04
7º Km: 6:20
8º Km: 6:16
9º Km: 6:31
10º Km: 7:10
11º Km: 6:38
12º Km: 6:28
13º Km: 7:06
14º Km: 6:08
15º Km: 6:17
Acabei por ser a 1542ª classificada no geral entre 1711 chegados à meta e 69ª classificada no escalão (entre 100 mulheres do meu escalão)
....................................................................................................................................
A Corrida da Rapariga
Voltar a correr e voltar a correr em provas é sempre animador. Começa presa por um fio e sai reforçada segura por corda grossa, daquelas que seguram os barcos ao cais. Pelo menos até à próxima tempestade no mar.
Há sempre amigos e o ambiente é de festa. Pouco aquece pois sabe que terá muito tempo e a sua condição não lhe permitirá correr muito mais do que os 15 km da prova. Entusiasma-se. Corre. Sai de Vila Franca e sobe a ponte. Acredita no que sente. Sente-se bem. Sabe racionalmente que vai rápido demais. Ainda assim, confiante em sensações, prossegue ao mesmo e acelerado ritmo. Até que a quebra se dá. Já está nas Lezírias e não há cavalos à solta e muito menos touros. Há pó e sol e não se avista água apesar de já terem feito 1/3 da prova. Corre sob o sol, esquece ritmos e quer apenas manter-se a correr. Já perto dos 7 km avista um abastecimento...vazio. Correm agora voluntários e trazem mais água. Que sorte. Pensa. Bebe. Segue. A custo. Lentamente. Pára de correr e caminha derreada. Passam-lhe companheiros desta corrida. Cumprimenta um ou outro. Avista o seu amigo João Lima, a caminhar. Incentiva-o a correr na esperança de se animar ela própria e recomeça a correr, e ele tenta, mas diante do ritmo imposto por ela (alucinante entenda-se), ele depressa retoma o passo da caminhada. Ela segue no seu novo passinho de corrida. Lenta. Quente. Surpreende-a um novo abastecimento perto do km 11. Boa! Mesmo a calhar. Consegue manter-se em passo de corrida. Sobe a ponte. Desce a ponte em regresso a Vila Franca. E o pai? Estará tudo bem com ele? Está. À entrada do Parque lá está ele, de pé, máquina em punho, como dantes. Ela sorri como pode. Por chegar e por o chegar a ver outra vez. Bem. Corta a Meta. Recebe o saco. Uma medalha, uma camisola e revistas. Não há água. Há quartos de laranja que ela devora sofregamente. Vai à casa de banho beber água. Sai do recinto. Procura o pai.
Ele está bem, ela está bem, logo, a Corrida correu bem.
E apesar da escassez da água nesta edição, a Corrida das Lezírias organizada pela C.M. Vila Franca de Xira, com apoio técnico da Xistarca, continua a recomendar-se! É daquelas, que sempre que possa, vou lá estar!
Fotos da Corrida das Lezírias:
Da AMMA - Atletismo Magazine Modalidades Amadoras
Do atleta João Lima, aqui
Do atleta Fábio Pio Dias, aqui
Do atleta Carlos Lopes, aqui
De Clickeite, Madalena Silva - aqui
Resultados no site da Xistarca
Esmiuçando, a quem interessar (a mim interessa), foi assim:
1º Km: 6:04
2º Km: 6:07
3º Km: 5:50
4º Km: 5:55
5º Km: 5:58
6º Km: 6:04
7º Km: 6:20
8º Km: 6:16
9º Km: 6:31
10º Km: 7:10
11º Km: 6:38
12º Km: 6:28
13º Km: 7:06
14º Km: 6:08
15º Km: 6:17
Acabei por ser a 1542ª classificada no geral entre 1711 chegados à meta e 69ª classificada no escalão (entre 100 mulheres do meu escalão)
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A Corrida da Rapariga
Voltar a correr e voltar a correr em provas é sempre animador. Começa presa por um fio e sai reforçada segura por corda grossa, daquelas que seguram os barcos ao cais. Pelo menos até à próxima tempestade no mar.
Há sempre amigos e o ambiente é de festa. Pouco aquece pois sabe que terá muito tempo e a sua condição não lhe permitirá correr muito mais do que os 15 km da prova. Entusiasma-se. Corre. Sai de Vila Franca e sobe a ponte. Acredita no que sente. Sente-se bem. Sabe racionalmente que vai rápido demais. Ainda assim, confiante em sensações, prossegue ao mesmo e acelerado ritmo. Até que a quebra se dá. Já está nas Lezírias e não há cavalos à solta e muito menos touros. Há pó e sol e não se avista água apesar de já terem feito 1/3 da prova. Corre sob o sol, esquece ritmos e quer apenas manter-se a correr. Já perto dos 7 km avista um abastecimento...vazio. Correm agora voluntários e trazem mais água. Que sorte. Pensa. Bebe. Segue. A custo. Lentamente. Pára de correr e caminha derreada. Passam-lhe companheiros desta corrida. Cumprimenta um ou outro. Avista o seu amigo João Lima, a caminhar. Incentiva-o a correr na esperança de se animar ela própria e recomeça a correr, e ele tenta, mas diante do ritmo imposto por ela (alucinante entenda-se), ele depressa retoma o passo da caminhada. Ela segue no seu novo passinho de corrida. Lenta. Quente. Surpreende-a um novo abastecimento perto do km 11. Boa! Mesmo a calhar. Consegue manter-se em passo de corrida. Sobe a ponte. Desce a ponte em regresso a Vila Franca. E o pai? Estará tudo bem com ele? Está. À entrada do Parque lá está ele, de pé, máquina em punho, como dantes. Ela sorri como pode. Por chegar e por o chegar a ver outra vez. Bem. Corta a Meta. Recebe o saco. Uma medalha, uma camisola e revistas. Não há água. Há quartos de laranja que ela devora sofregamente. Vai à casa de banho beber água. Sai do recinto. Procura o pai.
Ele está bem, ela está bem, logo, a Corrida correu bem.
E apesar da escassez da água nesta edição, a Corrida das Lezírias organizada pela C.M. Vila Franca de Xira, com apoio técnico da Xistarca, continua a recomendar-se! É daquelas, que sempre que possa, vou lá estar!
![]() |
| Praticamente à chegada a Vila Franca de Xira, com o meu pai - foto do Fábio |
| Tudo quase a postos para a Partida |
| E lá venho eu: partir de trás como convém a alguém no meu estado |
| E a poucos metros da Meta, eu num estado quase lastimoso, mas não lastimo nadinha! Só devia era levantar os pés do chão! |
| Fim |
Fotos da Corrida das Lezírias:
Da AMMA - Atletismo Magazine Modalidades Amadoras
Do atleta João Lima, aqui
Do atleta Fábio Pio Dias, aqui
Do atleta Carlos Lopes, aqui
De Clickeite, Madalena Silva - aqui
Resultados no site da Xistarca
sábado, 10 de março de 2012
Sábado - o diário semanal
nome, idade, sexo, altura e peso: tudo o mesmo da semana passada. Tudo! Até o peso? Sim! Não perdeste nem uma grama? Não! Mas por outro lado verifico que não ganhei... nem uma grama!
Mantenho os 69,1 Kg da semana passada, e à primeira vista poderia me indignar pois a semana foi praticamente igual em termos de exercício físico e alimentação, mas isso só aconteceria se me esquecesse da noite do ataque dos (e aos) cajus (pelo menos não eram fritos nem salgados, mas só por si ao natural já têm gordura e calorias mais que suficientes para se comerem com bastante moderação, o que não aconteceu), cajus esses que depois de jantar se vieram sentar mesmo ao meu lado no sofá, e também da noite do ataque ao pão quente com manteiga, que não era manteiga mas margarina "Anti-Colestrol", sem por isso deixar de ser gordura e como tal deveria ser ingerida com moderação, aliás como tudo, o que também não aconteceu. Por isso, meus amigos, se não ganhei nem uma grama, já me dou por contente (o que me safou foram os treinos). Há que continuar mas o ideal seria controlar e vencer esses ataques assassinos.
Resumo dos Treinos da 2ª semana (das 12 de Treino para a Meia)
Carga Semanal: 34 Km em 4 Treinos:
sábado 03.Março: 12 Km
domingo 04.Março: 5 Km
3ª feira 06.Março: 8 Km
6ª feira 09.Março: 9 Km
Faltam agora 10 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro
Hoje sábado, não há treino (treinei ontem), mas já está tudo a postos para amanhã correr 15 quilometrozinhos, pelas Lezírias Ribatejanas:
Com a companhia do meu pai, que me é simplesmente fundamental ...
Mantenho os 69,1 Kg da semana passada, e à primeira vista poderia me indignar pois a semana foi praticamente igual em termos de exercício físico e alimentação, mas isso só aconteceria se me esquecesse da noite do ataque dos (e aos) cajus (pelo menos não eram fritos nem salgados, mas só por si ao natural já têm gordura e calorias mais que suficientes para se comerem com bastante moderação, o que não aconteceu), cajus esses que depois de jantar se vieram sentar mesmo ao meu lado no sofá, e também da noite do ataque ao pão quente com manteiga, que não era manteiga mas margarina "Anti-Colestrol", sem por isso deixar de ser gordura e como tal deveria ser ingerida com moderação, aliás como tudo, o que também não aconteceu. Por isso, meus amigos, se não ganhei nem uma grama, já me dou por contente (o que me safou foram os treinos). Há que continuar mas o ideal seria controlar e vencer esses ataques assassinos.
Resumo dos Treinos da 2ª semana (das 12 de Treino para a Meia)
Carga Semanal: 34 Km em 4 Treinos:
sábado 03.Março: 12 Km
domingo 04.Março: 5 Km
3ª feira 06.Março: 8 Km
6ª feira 09.Março: 9 Km
Faltam agora 10 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro
E digam lá: Estou no bom caminho ou não estou?
Com a companhia do meu pai, que me é simplesmente fundamental ...
sexta-feira, 9 de março de 2012
Ondulações
São como as ondas do Mar num constante vai-vem, águas límpidas mansas, serenas e previsíveis por vezes, para logo a apanharem desprevenida e vulnerável, ondas gigantes a crescer para ela, ondulações fortes, vigorosas e implacáveis, inesperadas e vindas do nada. São assim os sentimentos e os pensamentos dela, os estados de alma e o filtro através do qual vê o mundo e consequentemente age. Inconstantes, desequilibrados, perigosos até. É preciso controlá-los. É preciso detê-los e impedir que avancem para a levarem para o fundo negro do Mar. "Mas como é que se controla o Mar?", perguntou a criança. E ela, já velha e cansada, responde sabiamente que não se controla o Mar, não se vence nem se luta contra ele, é uma guerra perdida, tem-se simplesmente de aprender a viver com ele, a acompanhar as ondas e aproveitar as marés, mantendo-se à tona, evitando os rochedos, os remoinhos e os monstros marinhos. Às vezes consegue-se, às vezes não.
Correr é preciso. Faz-me sentir bem. Não devo estar mais de um dia sem correr. Faz-me mal!
Treino: 9 Km em 56m36s, média de 6:17 / Km
Correr é preciso. Faz-me sentir bem. Não devo estar mais de um dia sem correr. Faz-me mal!
Treino: 9 Km em 56m36s, média de 6:17 / Km
terça-feira, 6 de março de 2012
Adoro cãezinhos...
Ir a correr, no meu treino já noite escura, num percurso no meio de vivendas para fugir ao intenso trânsito, e ser surpreendida por uma voz grossa de homem a gritar vigorosa e repetidamente pelo Tobias, Tomás, Tomé, Timóteo, Tiago, Teófilo, Teodoro, Teotónio, Telmo, ou outra coisa qualquer começado por "T", virar-me e ver o vulto de um canídeo a correr direitinho a mim como uma flecha, a mostrar a sua melhor dentição, e ver diminuir a distância entre mim e ele, a 100 à hora, e ficar a escassos metros e a escassos segundos de sentir os fortes dentes do Tobias, Tomás, Tomé, Timóteo, Tiago, Teófilo, Teodoro, Teotónio, Telmo ou outra coisa qualquer, nos meus tornozelos, como se ele fosse o caçador e eu a presa em tentativa falhada de fuga, não é das melhores experiências que se possa ter.
Senti medo. Pensei "é hoje!". Mas depois, num ímpeto de coragem, força e conhecimentos retirados de muitos episódios vistos e revistos do "Encantador de Cães", parei e de frente para ele enfrentando-o, num acto de heroísmo quase inconsciente, levanto o braço e num tom de voz forte e seguro (nem sei como consegui), ordeno: "Ei! Não! Não! - (supondo que qualquer dono usa essa palavra para repreender o animal de qualquer coisa que ele esteja a fazer e com isso o obrigue a parar) - Para trás, vai embora!" - e acompanho as palavras com o gesto de o mandar embora.
A minha sorte é que o animal era um Beagle, e obediente e submisso, parou a menos de 1 metro de mim, olhou-me de frente com um olhar doce e, também (ou apenas, mas deixem-me pensar que eu também tive influência nisso) pelo chamamento do dono, saiu em retirada.
Agora até me rio do "perigo" que corri, mas na altura, não achei graça nenhuma...
Treino: 8 Km em 50m37s, média de 6:19 / Km
Senti medo. Pensei "é hoje!". Mas depois, num ímpeto de coragem, força e conhecimentos retirados de muitos episódios vistos e revistos do "Encantador de Cães", parei e de frente para ele enfrentando-o, num acto de heroísmo quase inconsciente, levanto o braço e num tom de voz forte e seguro (nem sei como consegui), ordeno: "Ei! Não! Não! - (supondo que qualquer dono usa essa palavra para repreender o animal de qualquer coisa que ele esteja a fazer e com isso o obrigue a parar) - Para trás, vai embora!" - e acompanho as palavras com o gesto de o mandar embora.
A minha sorte é que o animal era um Beagle, e obediente e submisso, parou a menos de 1 metro de mim, olhou-me de frente com um olhar doce e, também (ou apenas, mas deixem-me pensar que eu também tive influência nisso) pelo chamamento do dono, saiu em retirada.
Agora até me rio do "perigo" que corri, mas na altura, não achei graça nenhuma...
Treino: 8 Km em 50m37s, média de 6:19 / Km
segunda-feira, 5 de março de 2012
Eu e a Spiridon
"Eu e a Spiridon..." A corrermos há mais de 30 anos, eu uma Veterana, ela uma Revista que resiste no tempo, veterana também, a correr ao lado dos Corredores, sempre actual, sempre com algo para nos ensinar, a ler no blogue do João Lima
Obrigada João Lima e Obrigada Jorge Branco, por me darem esta oportunidade, de partilhar o que sinto e sei no que à Spiridon e Corrida diz respeito e por me considerarem. Os meus agradecimentos sentidos.
domingo, 4 de março de 2012
Descanso Activo é...
...depois de meses de inactividade e com apenas uma semana de treino e 12 Km corridos ontem, hoje, acordar TODA partida, e ao fim da tarde, apesar de apetecer continuar assim:
... ter coragem para calçar as sapatilhas e sair para um trote lento. Corri 5 Km em 33m17s, numa média de 6:39 / Km.
E sim, estou a preparar-me para uma Meia Maratona! E o dia de hoje, a que chamo de Descanso Activo, também contou!
Beijinhos e boa semana
... ter coragem para calçar as sapatilhas e sair para um trote lento. Corri 5 Km em 33m17s, numa média de 6:39 / Km.
E sim, estou a preparar-me para uma Meia Maratona! E o dia de hoje, a que chamo de Descanso Activo, também contou!
Beijinhos e boa semana
sábado, 3 de março de 2012
Sessão longa?
Sábado - o diário semanal
nome: o mesmo da semana passada
idade: a mesma da semana passada (mais uma semana)
sexo: o mesmo da semana passada
altura: a mesma da semana passada
peso: 69,1 Kg - Peso eliminado na semana: 3,6 Kg
Resumo dos Treinos da 1ª semana (das 12 de Treino para a Meia)
Carga Semanal: 29 Km em 4 Treinos:
sábado 25.02: 7 Km
domingo 26.02: 7 Km
3ª feira 28.02: 7 Km
5ªfeira 01.03: 8 Km
Faltam agora 11 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro
E hoje, manhã cedo, ao lado do Rio Tejo, entre o nevoeiro e para começar a minha semana corri:
12 Km em 1h15m, média de 6:14 / Km, num treino de confortável corrida contínua
Posso chamar a isto uma sessão longa? Acho que sim, se me lembrar que há 2 semanas me esforçava (imenso) para correr continuamente 2 ou 3 km.
Talvez não devesse já aumentar tanto a distância, mas estes 12 km foram já a pensar (também) nas Lezírias e nos 15 Km que vou querer correr de amanhã a 8 dias.
E então digam lá, estou no bom caminho ou não estou?
Agora, vamos lá continuar a usufruir deste fim-de-semana, que a Vida não é só Corrida:
Um Bom Fim-de-Semana para todos os que aqui passaram hoje
nome: o mesmo da semana passada
idade: a mesma da semana passada (mais uma semana)
sexo: o mesmo da semana passada
altura: a mesma da semana passada
peso: 69,1 Kg - Peso eliminado na semana: 3,6 Kg
Resumo dos Treinos da 1ª semana (das 12 de Treino para a Meia)
Carga Semanal: 29 Km em 4 Treinos:
sábado 25.02: 7 Km
domingo 26.02: 7 Km
3ª feira 28.02: 7 Km
5ªfeira 01.03: 8 Km
Faltam agora 11 semanas para a 7ª Meia Maratona Douro Vinhateiro
E hoje, manhã cedo, ao lado do Rio Tejo, entre o nevoeiro e para começar a minha semana corri:
12 Km em 1h15m, média de 6:14 / Km, num treino de confortável corrida contínua
Posso chamar a isto uma sessão longa? Acho que sim, se me lembrar que há 2 semanas me esforçava (imenso) para correr continuamente 2 ou 3 km.
Talvez não devesse já aumentar tanto a distância, mas estes 12 km foram já a pensar (também) nas Lezírias e nos 15 Km que vou querer correr de amanhã a 8 dias.
E então digam lá, estou no bom caminho ou não estou?
Agora, vamos lá continuar a usufruir deste fim-de-semana, que a Vida não é só Corrida:
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| Sem "estragar" muito, prometo! |
quinta-feira, 1 de março de 2012
O Sonho
As palavras que se seguem não são minhas. Mas hoje especialmente fazem sentido nesta semana em que volto a acreditar. Em que sonho que dia 20 Maio vou conseguir correr a 7ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro, num dos mais belos cenários que conheço
"O Sonho"
"O sonho começa do nada e
Vai crescendo, crescendo
Vai ganhando forma
Cor, vida e movimento
Quando dou por mim
O sonho está nítido
Está vivo e bem claro
Aí eu sei o que quero
E começa a luta
A luta para o realizar
Para que deixe de ser sonho
E passe a ser real
Mas depois vem o medo
O medo que me diz (não vais conseguir)
Nessa altura é preciso coragem,
Audácia, força, e, sobretudo uma mão amiga...
Para que de uma vez por todas
O sonho se torne realidade
E passe a fazer parte da vida."
De autoria da minha Amiga Eugénia do Vale, (a nossa conhecida Horticasa), in "Crónicas do Tempo"
Hoje corri 8 Km em 52 min, média de 6:29 / Km
Muito há a fazer! O ritmo é lento, a frequência cardíaca elevada a respiração ofegante a denunciar o esforço, e realizar este sonho não vai ser fácil! Preciso de continuar a acreditar e a sonhar, mas também de lutar, e não esqueço que é necessária "coragem, audácia, força, e, sobretudo uma mão amiga"
E eu tenho isso tudo, que eu sei!
Obrigada minha amiga Eugénia!
"O Sonho"
"O sonho começa do nada e
Vai crescendo, crescendo
Vai ganhando forma
Cor, vida e movimento
Quando dou por mim
O sonho está nítido
Está vivo e bem claro
Aí eu sei o que quero
E começa a luta
A luta para o realizar
Para que deixe de ser sonho
E passe a ser real
Mas depois vem o medo
O medo que me diz (não vais conseguir)
Nessa altura é preciso coragem,
Audácia, força, e, sobretudo uma mão amiga...
Para que de uma vez por todas
O sonho se torne realidade
E passe a fazer parte da vida."
De autoria da minha Amiga Eugénia do Vale, (a nossa conhecida Horticasa), in "Crónicas do Tempo"
Hoje corri 8 Km em 52 min, média de 6:29 / Km
Muito há a fazer! O ritmo é lento, a frequência cardíaca elevada a respiração ofegante a denunciar o esforço, e realizar este sonho não vai ser fácil! Preciso de continuar a acreditar e a sonhar, mas também de lutar, e não esqueço que é necessária "coragem, audácia, força, e, sobretudo uma mão amiga"
E eu tenho isso tudo, que eu sei!
Obrigada minha amiga Eugénia!
| Na 6ª Meia Maratona Douro Vinhateiro, 2011, que terminei com 2h06m |
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