Pesquisar neste blogue

domingo, 20 de novembro de 2011

Troféu da Caparica 2011



A Partida da prova principal

A Partida dos mais novos

A minha corrida em imagens:
Meia dúzia de gatos concentram-se para a Partida

A Partida é dada
Eu durante a prova
A poucos passos da Meta
Foi o Troféu da Caparica 2011, e eu estive lá

Aquecimento: 15 minutos lentos

Prova: 3,780 Km em 19m31s, média de 5:09 / Km

Fotos de António Melro e Ana Pereira, na Galeria de Fotos da AMMA Atletismo Magazine Modalidades Amadoras

Outras imagens desta manhã:





A manhã foi passada a correr entre muitos amigos que gostei de rever e por isso foi boa, mas acabar a manhã com o meu pai a desfalecer nos meus braços, acabou por não me deixar com muita vontade de escrever. Está tudo bem agora...

Até amanhã querido diário

sábado, 19 de novembro de 2011

Sábado de Outono-Inverno

Sábado de Outono-Inverno. Mudam-se as estações, passam os dias, caem as folhas, renova-se a vegetação a uma velocidade alucinante. O que estava seco ontem, está hoje coberto de bela e rasa vegetação verde. Nada como a chuva para, fazendo parte dela, ajudar a Natureza a vingar e a mostrar que a Vida vence sempre. Mesmo que seja sob outra forma de vida, mas sempre...Vida a despontar. Até mudam os blogues de cara, mas sempre cheios de vida!

Viva estou eu, e de volta aos treinos! (outra vez? mas tinham parado?!)

Sim, outra vez de volta aos treinos, hoje. E hoje é que importa!

64,7 Kg de peso. Tenho andado a engordar. (outra vez?!)

Sim, outra vez. Mas hoje decidida a inverter o sentido dos ponteiros da balança. (outra vez?!)

Sim, outra vez, mesmo sabendo que a minha balança não tem ponteiros, pois é digital.

Estipulo objectivos para esta semana: praticar exercício físico diariamente, dar início a uma alimentação mais cuidada e menos calórica, e perder peso. Estou focada e firme em cumprir e atingir os objectivos. Estou a recomeçar outra vez (outra vez?! Não há pachorra!)

Sim, recomeçar outra vez e não me permitir voltar a ter 70 quilos e chamar exercício físico à caminhada que faço da mesa para o sofá e do sofá para a cama. E há pachorra sim senhora! E não digam vós que não têm, pois as vossas queridas, estimadas e frequentes visitas a esta casa, deleitando-se com os meus queixumes e  vitórias nesta caminhada até aos 57 Kg, com corridas pelo meio ou não, vos contradirão. É assim, ou não? (foi só para rimar, mas podem responder na mesma - "isso é o que tu querias!" - pensam)

Até amanhã querido diário, e resto de bom fim-de-semana para todos

Corri apenas 30 minutos, percorrendo a parca distância de 5.120 metros
numa média de 5:53 / Km.
Eu amo esta cadela! Molly correu comigo partes do percurso.

Claro que ao passarmos por este lago, ela o atravessou correndo alegre e contente, com água quase pelo pescoço

A dona a correr pelo caminho e ela correndo dentro de água! Delícia para ela e delícia para a dona só de ver a satisfação dela

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Crise e as Farturas

Fim de tarde, dia de trabalho findo, escuro e frio húmido na rua. Sai do Pingo Doce com um saco de plástico que comprou para trazer as compras, pois mais uma vez esqueceu-se de trazer um dos tantos que lá tem em casa e usa para juntar o lixo.

Abancada no parque de estacionamento está de novo a rulote das farturas, com o óleo quente a fumegar e a perfumar o ar frio com o cheiro doce, quente  e reconfortante da fartura. Apeteceu-lhe uma. Muito. Como se o desejo a invadisse e se apoderasse dela, assim de repente, como se estivesse grávida outra vez na sua vida e isso fosse uma banalidade para expressar num blogue e razão para sentir desejos súbitos.

Podia comprar uma. Não. Não iria comprar uma só para si. Teria de levar uma para a filha que tanto as aprecia e também para a Mãe e outra para o Pai, com quem ia estar dali a minutos, e sabendo quanto eles gostam de farturas.

Fez contas rápidas de cabeça. Não seriam menos de um euro cada uma. Não teria dinheiro que chegasse na carteira. Ou teria, mas faltaria para comprar o pão diário e o leite e mais uma fruta ou outra talvez, que terá de durar pelo menos até à próxima jorna, que recebe semanalmente pelo seu segundo trabalho e será já segunda feira.


Desculpou-se mentalmente que estava praticamente na hora de jantar, argumentou para si própria que ninguém tem necessidade de farturas, e que ela menos que ninguém precisa delas pois está de novo a engordar que nem uma vaca (no tempo em que as vacas eram gordas).

Apressa o passo pois uns faróis de carro incidem sobre ela, aproximando-se mais depressa do que deviam, e chegada ela ao seu próprio veículo, toma o caminho de casa e retoma a sua lida. Sem farturas.

Até amanhã querido diário

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Histórias da Maratona do Porto - As Maçãs

- Como é que correu o fim-de-semana?

O fim-de-semana correu bem, ela é que não correu sequer. E se não correu não tem de ir a correr escrever. Mas devagar, devagarinho como ela corre e gosta, vai pegar na caneta e no papel e como quem não sabe fazer mais nada, começa a escrever...

Histórias da Maratona do Porto

O transporte de 110 pessoas para a Maratona e um stress do caraças



As Maçãs
A coisa não teria corrido muito mal se, e aí, por causa do cabrão do "se" é  que a porca torce o rabo, se, dizia eu, como se não bastasse a responsabilidade de levar e trazer 110 pessoas de Lisboa ao Porto, não tivesse recebido a notícia ao chegar ao hotel, de que de 13 dos 40 quartos que marcara, não rezava a história que tivessem sido marcados. Treze! Os treze primeiros quartos reservados tinham-se eclipsado pura e simplesmente! Treze quartos, vinte e seis pessoas sem guarida!

Apurar responsabilidades impunha-se! Difícil quando há demasiados intermediários, e a hora não era a de apuramentos, julgamentos e acusações, mas de soluções. O Porto estava cheio, diziam! E estava! A Maratona trouxe muita gente ao Porto. Mais de nove mil entre todos os participantes dos três eventos da Maratona. "O Porto está cheio! O que quer que eu faça?" - as palavras ecoaram-lhe severas, ríspidas, aguçadas e definitivas. Sentiu-se magoada. Apeteceu-lhe chorar naquele átrio de hotel. Mas não desabou! Identificou o problema, pensou em todas as hipóteses para o solucionar, fez e recebeu mil e uma chamadas telefónicas. Pediu ajuda, segurou-se sabe-se lá a quê, enfrentou o touro de frente, pegou-lhe nos cornos e lutou com a força que tinha. Não sozinha, é verdade, pois sozinhos somos nada, mas conseguiu aguentar-se de pé e à noite todos dormiam bem instalados. Não sem algum prejuízo, é verdade, mas ela fez o que pôde.

Diversas reacções dos lesados. Todos com razão, saliente-se. Desfez-se em desculpas e refez-se de novo. De pé. Duas posturas alternativas sobrevoam-lhe a mente para o futuro: nunca mais se mete noutra e nada disto se repetirá, ou, a que acabou por optar: fará tudo de novo, pega no desafio e fará tudo de novo para o ano, mas com a certeza de o fazer bem feito. Porque ela é capaz! De outra forma certamente. Assim a 9ª Maratona do Porto o deseje, e assim ainda alguém confie nela. É um desafio.

Depois, a Maratona foi corrida, a viagem de regresso feita e à chegada a Lisboa, um saco cheio de bolinhos de pastelaria fina da Invicta é deixado esquecido num dos autocarros. Quando muitos já estão a caminho de casa, ela ainda aguarda que o último retire a sua mala da bagageira do autocarro e que o motorista lhe diga que está tudo bem. Sobra aquele saco. Não se identifica o dono. Todos se afastam já e ela ali fica no meio do Campo Grande com um saco cheio de bolos na mão. A aguardar que alguém lhe ligue. Afinal, a todos foi deixado o seu contacto. Poderia ela também contactar as pessoas, mas seriam mais de 80 chamadas... Ainda liga para um grupo, tentando acertar pela descrição do motorista acerca do dono do saco. Não, não é de ninguém daquele grupo. Leva os bolos para casa e vai aguardar, pelo menos 24 horas, antes de lhes afinfar o dente.

Mal chega a casa e recebe uma chamada. Está achado o dono dos bolinhos. E descobre-se que o atleta proprietário dos mesmos trabalha bem perto dela. Coincidências. É marcado o encontro e no dia seguinte depois de almoço, lá vai ele reivindicar o que é seu. Para espanto dela, ele traz-lhe um saco enorme cheio de maçãs, pois trabalha com elas. "É para a troca?" - brinca ela, atrapalhada e agradada com a gentileza e simpatia. Cumprimentam-se, trocam os bens, disponibilizam-se mutuamente pois afinal são "vizinhos" profissionalmente falando, e ela sente um reconhecimento neste gesto que a toca profundamente. Tão profundamente, que estas são as maçãs mais bonitas, saborosas e suculentas que alguém vez ela viu ou comeu.

Por coincidência, ou não, o atleta das maçãs é tão somente um dos 26 que ocuparia um dos treze quartos cuja reserva se perdeu no tempo, e um dos lesados e prejudicados com tal episódio. O significado do gesto, cada um que tire o seu, já que para ela é claro como a água: se por ventura tivesse dúvidas em voltar a "organizar" esta brincadeira, estas ter-se-iam dissipado por completo. Simplesmente porque... vale a pena!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

8ª Maratona do Porto - o dia

O dia d'A Maratona do Porto, a oitava

6 de Novembro de 2011

O dia começa cedo. Pouco depois das 6 da manhã estamos a tomar o pequeno almoço. Não que eu seja atleta da Maratona e precise de me alimentar bem e a tempo da digestão se fazer antes de iniciar a empreitada dos 42.195 metros, pois este ano, uma vez mais só corri a Family Race, prova este ano com cerca de 15 Km. Mas o pequeno almoço no hotel patrocinador da prova - Mercure, Vila Nova de Gaia-, é servido assim cedo, e o autocarro para a Partida, cheio de atletas VIPS, que disputarão os primeiros lugares, e escoltado pela polícia, sai também assim cedo. 
Mais uma vez, fico a olhar os atletas da Maratona e o desejo e a promessa de ser um deles fica no ar. Limito-me a correr o que posso hoje. Corri 15,250 Km em 1h28m07s, média de 5:47 / Km, na competição que se realiza em simultâneo com a prova Rainha. 

Há animação na rua, café e chá quente é oferecido aos atletas. As ruas estão livres de trânsito para se efectuar o aquecimento e onde se encontram amigos e se deseja boa prova. 

A Partida é dada à hora marcada: 9 horas. À frente os atletas da Maratona, e metros atrás os da Family Race. Uma Maratona é uma prova especial. E a Maratona do Porto é uma Maratona especial. Nascida num país pequeno, de Maratonistas envergonhados que preferem ir correr lá fora, a Maratona do Porto oferece-lhes o que Portugal ainda não tinha, apesar de historicamente uma outra Maratona existir há mais de duas décadas, e uma ou outra por aí se apresentar, sem história para contar, passada ou futura. 

A Maratona do Porto é boa! Resiste há sete anos, tendo vindo sempre a crescer e a provar que cá também se pode correr uma Maratona com um elevado grau de qualidade. Teve cerca de 1545 atletas chegados à meta. Teve massagens no final. Um percurso belo nas margens do Rio Douro, fácil. Acompanhamento e bons abastecimentos. Animação. Segurança. Uma feira agradável nos dias antecedentes. Uma "Pasta Party" (Festa da Massa), onde uma refeição de massa é ofertada aos Maratonistas. Dos prémios de participação, saliento a garrafa de Vinho do Porto com logotipo da prova impresso, a mochila e a bonita medalha.

Também com uma vertente solidária: EUR 0,50 de cada inscrição revertia para a construção de uma ala pediátrica no Hospital de São João.

Em simultâneo uma prova de 14 Km e uma Caminhada.

E a prova rainha, a Maratona, a encher as ruas. Nas 3 provas, cerca de 8000 participantes nas ruas do Porto e Gaia.

O vencedor da Maratona bateu o record da prova, encurtando também a melhor marca de Maratona em território nacional.
Uma Maratona de muita qualidade, já um marco na história da Maratona em Portugal, a prometer continuar a crescer e a melhorar o que hoje faça menos bem, o que não é muito, pois na sua globalidade a 8ª Maratona do Porto é uma prova excelente e excelentemente organizada. Do agrado dos atletas de alta competição e dos atletas de pelotão, onde todos são bem tratados. Como merecem.
Ressalvo a possibilidade de intrusão de bicicletas no percurso, o que em nada beneficia o Maratonista e só atrapalha. Assim como alguma demora no levantamento dos dorsais na véspera da prova. Em tudo o resto, esteve a pova irrepreensível.

Muitos Parabéns Runporto e até à 9ª Maratona do Porto, onde todo o Maratonista português tem de ir correr para experimentar ou confirmar e usufruir o que de bom se faz por cá!


Classificações:

Nos homens:
1º Philemon Baaru, Quénia, com 2h09m51s
2º Kennedy Kwemoi, Quénia, com 2h09m54s
3º Joas Mutai, Quénia, com 2h12m54s

Nas mulheres:
1ª Pauline Chepchumba, Quénia, com 2h41m24s
2ª Alice Basílio, Amigos do Atletismo de Mafra, com 3h08m16)
3ª Conceição Grare, Porto Runners, com 3h09m17s


Algumas imagens:
No átrio do hotel, antes da saída para o local de partida da Maratona, com os meus amigos Fernando Sousa e Cláudio Gaspar
Já no local da Partida, com os meus amigos, Fernando Andrade, Jorge Teixeira (director da prova) e João Hébil
Com o meu pai
Com o meu amigo João Hébil e seus amigos espanhóis
Partida dada
Paulo Fernandes, que corre e fotografa a malta e teve a amabilidade de me facultar estas fotos, para além de as ter tirado, claro! Para ele os meus agradecimentos

Em prova, no início
Com o mar ao lado
A "dois passos" da Meta
Com uma companheira de quase toda a 2ª metade da prova
E depois da minha Meta, fotografar os Maratonistas
Campeões vencedores
Sorriso bonito... que gostei de captar


Fernando Sousa, de gatas, a fingir que está a fingir, já depois de ter terminado a sua Maratona


Fotos da 8ª Maratona do Porto, no site da AMMA - Atletismo Magazine Modalidades Amadoras, no site Correr por Prazer, e ainda em Marathon Photos, podendo-se pesquisar por número de dorsal







"E ela, pá?"
"Ela pá, diz que vai correr os 42.195 metros da 9ª Maratona do Porto, lá para o fim de Outubro de 2012"
"A sério?! Isso não passam de promessas, pá!"

"Promessas, pá" - pensa ela. Sim, são promessas! Que cumprir-se-ão ou não. Dois caminhos, duas possibilidades. Uma escolha. Simples. Como tudo na Vida.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

8ª Maratona do Porto - a véspera

A véspera

Sábado, 5 de Novembro de  2011

Nervos. Muitos nervos. Apoiar a Maratona do Porto e a Runporto, organizando a viagem de 110 pessoas, com partida em Lisboa e tendo como destino a Maratona do Porto, apesar de já o fazer desde há algumas edições, nem por isso me deixa muito descansada.

Faço-o por gosto, amor à Corrida e muito especialmente à Maratona do Porto! Sem no entanto deixar de sentir na pele a séria responsabilidade de aceitar inscrições, marcar hotéis, receber dinheiro, organizar o programa de viagem, entregar dinheiro, responder a mil e uma perguntas e estar disponível para imprevistos e tudo o que for preciso para tornar a viagem e estadia destas pessoas o mais agradável possível. Por elas e pelo respeito que me merecem, e sem dúvida, pela Maratona do Porto!

Saída de Lisboa pouco depois das 8:30 hrs. Paragem em Pombal. Segue-se directos à Feira da Maratona, este ano no edifício da Alfandega do Porto. Uma fila demasiado longa para levantamento de dorsais.


Pasta Party.
A viagem correu razoavelmente bem e tudo estaria razoavelmente bem se uma falha grave relacionada com as reservas nos hotéis, não se tivesse revelado para me enervar e consumir até ao tutano e aborrecer e incomodar um bom grupo de pessoas. A elas, aqui também, apresento as minhas maiores desculpas.

E eu que planeava ir visitar as Caves do Vinho do Porto, vi-as por um canudo e ainda não foi desta que as visitei, pois passei o resto da tarde a resolver a situação, não sem a imprescindível ajuda da Runporto, e de amigos, dos quais aqui destaco o António Pereira.

Problemas resolvidos, deu-se a descompressão, ainda e sempre entre Amigos, à roda de uma mesa fantástica só com coisas boas:
As entradas


A imperdível francesinha e a cerveja fresquinha. Com Fernando Sousa

E as promessas:

"Um dia ainda hei-de voltar a correr A Maratona, ao lado destes senhores!" - anunciou ela, ainda sem saber que será no Outono de 2012, precisamente nesta mesma cidade, na 9ª Maratona do Porto. Com Fernando Andrade e Joaquim Adelino

Amanhã, aqui a Maratona do Porto e a minha prova de 14 Km que afinal foi de 15...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tudo a postos, rumo ao Porto

E é já amanhã que saem de Lisboa 2 autocarros disponibilizados pela RUNPORTO, para, a um custo bastante apelativo (EUR 10,00) levar (e trazer)  Maratonistas e acompanhantes para a 8ª Maratona do Porto, prova a realizar-se já neste domingo dia 6 Novembro de 2011.

Doi-me a barriga, há um nervoso miudinho e alguma preocupação, e não, eu não vou correr a Maratona, só irei participar na Corrida da Família, na distância de 14 Km, a decorrer em simultâneo com a Maratona e perfeitamente integrada nesta (por momentos até se pensa que vamos na Maratona), mas não é por isso que me sinto assim. Este estado deve-se apenas ao facto de ter sido eu, uma vez mais, com muito gozo, a organizar a viagem desta mais que uma centena de atletas.

- Não estás nervosa?
- Estou.
- Não sentes o peso da responsabilidade? 
- Sinto...
- Tens mais de cem pessoas à tua responsabilidade! Isso não te assusta?
- Porra! Não me estás a ajudar em nada!


Sorri, num olhar cúmplice de uma Amizade recente, ainda assim bonita, como todas as Amizades

Até amanhã querido diário, e façam-me o favor de desejar boa viagem a esta centena de gente, alguns deles com o Sonho de voltarem Maratonistas! E eu vivo isso com eles! Como se os levasse eu a realizar esse Sonho... E sonho com eles... E sonho que um dia ainda vou eu voltar a correr a Maratona...